terça-feira, 16 de julho de 2013

Especialista explica como retardar os cinco fatores que fazem o corpo envelhecer

Envelhecer é natural. Para o médico norte-americano Mike Moreno, no entanto, é possível atrasar o "relógio interno" e exibir uma idade biológica menor do que a verdadeira.


No livro "O plano dos 17 dias para manter-se jovem" (Ed. Fontanar) o especialista enumera e explica cinco processos que prejudicam o funcionamento normal do organismo e favorecem o envelhecimento.
Segundo Moreno, todos esses processos podem ser atenuados com boa alimentação, consumo correto de vitaminas e a prática regular de exercícios físicos. Entenda os fatores que fazem o corpo envelhecer:

1 – Inflamação
De acordo com o especialista, a inflamação é um processo normal dentro do organismo, que ajuda o corpo a combater infecções e a reparar tecidos danificados. O problema é quando ela fica fora de controle e não desaparece naturalmente.
“Quando isso acontece em lugares perigosos, como artérias ou articulações, células são danificadas, e você pode ficar bastante doente e enfraquecido”, escreve Moreno, que é membro da Academia Americana de Médicos da Família.
Não se sabe exatamente o que é que pode causar a inflamação crônica, mas é sabido que o cigarro é uma das principais causas de inflamação no corpo. A obesidade, o sedentarismo e o estresse também contribuem.
Como prevenir: Moreno sugere manter o peso ideal, fugir do sedentarismo, entender quais são as gorduras boas e ruins, comer carboidratos bons e moderar o consumo de bebidas alcoólicas – moderação, para Moreno, significa 1 dose diária.
2 – Estresse oxidativo – quando o corpo 'enferruja'
O livro explica que o processo de oxidação no organismo pode ser comparado à ferrugem, e que há limites para a oxidação natural do corpo. Quando fica excessiva, acontece o chamado estresse oxidativo, quando as células vão, pouco a pouco, sendo danificadas. E os vilões são os radicais livres.
“Com o tempo, os radicais livres podem se acumular no corpo e levar a problemas sérios de saúde, como câncer, diabetes, aterosclerose, Alzheimer e artrite reumatoide”, explica.
Para prevenir: Ingerir antioxidantes como vitaminas A, C, E, betacaroteno, selênio, bioflavonoides e as plantas ginkgo biloba e ginseng . Alimentos coloridos são ricos em antioxidantes. Moreno também recomenda praticar exercício físico com moderação – nada de exageros.
“Um sinal para saber se a intensidade do exercício foi correta é a ausência de dores e cansaço após 48 horas”.
Conheça os alimentos mais ricos em antioxidantes:
FRAMBOESA , ESTRAGÃO , NOZES , PIMENTA VERMELHA , CHOCOLATE MEIO AMARGO , MANJERONA FRESCA , TOMILHO FRESCO , MOSTARDA AMARELA (SEMENTE) , PIMENTA PRETA , GENGIBRE EM PÓ , PIMENTA BRANCA , CURRY EM PÓ , COMINHO (SEMENTE) , CACAU EM PÓ , MANJERICÃO SECO , NOZ MOSCADA , SALSA , AÇAÍ , BAUNILHA EM FAVA , AÇAFRÃO-DA-TERRA , CANELA , TOMILHO SECO , ALECRIM SECO , ORÉGANO SECO , CRAVO , FARELO DE SUMAGRE .
                                              


3 – Glicosilação
É um nome complicado para um processo que acontece quando moléculas de açúcar se unem com proteínas dos alimentos. O resultado dessa mistura não é nada bom.
“E essa massa dura e emaranhada de tecidos, como você pode imaginar, faz um estrago na flexibilidade dos seus órgãos, levando-os a enrijecer. Esse enrijecimento no seu coração, por exemplo, pode afetar drasticamente a capacidade dele de bombear sangue”, explica o médico no livro.
Para prevenir: O médico indica evitar a ingestão de xarope de milho rico em frutose, que está presente em muitos alimentos industrializados e comer mirtilos, frutinhas do bosque ricas em anti-inflamatórios chamados cianinas. Eles ajudam a evitar a glicosilação e fazem a pele parecer mais jovem.
4- Metilação
Moreno explica que a metilação é um processo vital das céulas do corpo. É ela quem determina se a pessoa vai absorver com sucesso vitaminas, enzimas ou outros compostos químicos ingeridos com a alimentação.
Segundo Moreno, se o organismo não estiver realizando essa função adequadamente, é possível tratar a causa do problema, que geralmente se deve a uma deficiência na ingestão de ácido fólico, uma vitamina do complexo B. Comer ovos e sementes, por exemplo, ajudam, pois são alimentos ricos nessa vitamina.
Para prevenir: Comer gema de ovo (é rica em vitamina B12), investigar se não está tomando medicamentos que interferem na absorção dessa vitamina e comer sementes de girassol, que são muito nutritivas.
“Mastigue algumas como lanche, ou espalhe uma colherada delas na salada ou na sopa. O mesmo vale para sementes de abóbora, de chia e de gergelim. Mas cuidado com o sódio; prefira o tipo sem sal. E elas são mais calóricas do que você imagina, portanto, não exagere”, aconselha o médico no livro.
5 – Baixa imunidade
A imunidade também é um fator importante para a prevenção de doenças. Com o passar dos anos, segundo descreve Moreno, o sistema imunológico vai ficando mais debilitado, algo que pode ser melhorado com uma alimentação adequada e hábitos de higiene.
“Vale a pena mencionar que todos os cinco fatores do envelhecimento estão inter-relacionados de alguma forma; portanto, as mudanças de estilo de vida e comportamento que você faz para um fator afetam os outros quatro”.
Para prevenir: Lavar as mãos frequentemente, tomar todas as vacinas necessárias, assegurar que a ingestão de vitaminas seja satisfatória, não fumar e só usar antibióticos quando recomendado pelo médico, orienta Moreno.
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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Pés exigem cuidados no inverno

Sapatos fechados podem facilitar problemas nas unhas e também o aparecimento de calos


É tempo de deixar as sandálias, rasteiras e chinelos no armário e desfilar as botas, coturnos e sapatos fechados. As unhas vão ficar escondidas e os esmaltes coloridos nem sequer vão aparecer. Para muitas mulheres, esta é a senha para relaxar na hora de cuidar da saúde dos pés.

É bom lembrar, no entanto, que dentro do mais fino scarpin também cabem micoses, frieiras, calos e “cantinhos” de unhas que machucam (e muito), desacostumados com o espaço tão restrito agora enfrentado após longa temporada de folga e conforto dos calçados abertos.
“O brasileiro tem a cultura de só pensar nos pés por causa da estética, para exibi-los na praia e na piscina. Vem o inverno e junto com ele o desleixo”, diagnostica Orlando Madella Júnior, podólogo de São Paulo.
Esquecer de cuidar dos pés no frio é agravado por outras características do inverno, afirma o coordenador do curso universitário de podologia da Universidade Anhembi Morumbi, Armando Bega. Primeiro porque após o banho quente muitas correm para colocar as meias e proteger os pés do frio antes de secar bem a região. O resultado são mais fungos, bactérias e frieiras. Além disso, lembra ele, o uso de calçados muito fechados faz com que os pés transpirem e o ambiente úmido é ideal para micoses.
“Sem contar que nessa época do ano, as pessoas andam mais encurvadas e na defensiva por causa da temperatura mais fria. Se elas já tiverem algum problema postural, o calçado errado e um pé mal cuidado aumentam os episódios de dores lombares, dores no joelho e até dor de cabeça”, explica o professor.
Por isso, mesmo escondidos, os pés merecem toda atenção no inverno. Os dois especialistas deram seis dicas essenciais para cuidar deles na temporada de baixas temperaturas.


Acerte o pé
- Na hora do banho não esqueça de esfregar os pés (em especial os cantos das unhas) com uma escovinha macia e secá-los bem antes de colocar a meia ;
- Dê preferência por meias de algodão. Elas são ideais para permitir que o pé respire. Se não for possível usá-las (qual mulher vai usar sapato de salto com meia de algodão?), higienize bem os pés após descalçá-los ;
- Nem tanto ao céu nem tanto à terra. Salto muito alto e tão nocivo quanto salto nenhum. Prefira o conforto e quando exagerar (numa festa, por exemplo), dê descanso aos pés nos dias seguintes ;
- Mesmo no inverno, procure o podologista ao menos uma vez a cada dois meses. Em casa, não cutuque as unhas e não corte os cantos delas (prefira o corte quadrado) ;
- Se usar esmalte, dê um descanso para as unhas de pelo menos dois dias na semana ;
- Hidrate os pés com um creme específico para a região. Nas unhas, passe um óleo de cravo a cada três dias para protegê-las .

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Não ignore anormalidades nas unhas

Preste atenção nelas e aprenda a enxergar os sinais de que algo não está bem no seu organismo


Uma anormalidade em todas ou algumas de suas unhas pode sinalizar uma condição de saúde potencialmente grave.

A Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos informa os seguintes exemplos:

* Áreas afundadas nas unhas podem indicar má nutrição ;

* Unhas de formato anormal, com elevações e curvas côncavas, pode ser um sinal de anemia por deficiência de ferro ;

* Manchas brancas nas unhas podem indicar leuconíquia, problema que pode ser causado por fatores como deficiência de ferro ou intoxicação por metais pesados ;

* Unhas de cor anormal ou sensíveis podem indicar uma infecção, geralmente causada por fungos ou levedura ;

* Rajadas de sangue nas unhas podem sinalizar uma infecção, especialmente afetando as válvulas cardíacas .

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Como lidar com a ansiedade?

A ansiedade é uma manifestação fisiológica inerente ao ser humano e até necessária para a sobrevivência social. 

“Ela aparece desde o nascimento e segue até a morte. Na cidade e no campo, entre ricos e pobres, homens e mulheres. Mas devemos diferenciar a ansiedade adaptativa (normal) da ansiedade patológica (doentia), que desencadeia sofrimento e problemas de ordem social”, alerta o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Projeto Ansiedade do Ambulatório de Ansiedade do Departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
É preciso ficar atento. “A ansiedade normal, por exemplo, é aquela que nos faz ficar acordados na noite anterior a uma prova importante”, explica o médico. Nesses casos, alguns recursos podem ajudar:
Mas quando o quadro ansioso é desproporcional, torna-se patológico.A incidência da ansiedade patológica na população mundial é de 25%, ou seja, uma a cada quatro pessoas sofre além da conta com seus problemas. No Brasil estima-se 50 milhões de ansiosos, dos quais 20 milhões estão sendo tratados, outros 10 usam recursos paliativos ou alternativos e outros 20 milhões padecem sem saber que há um controle sobre a doença.
Como saber quando é necessária uma ajuda médica? No Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas, os especialistas orientam a ficar alerta a sinais de ansiedade e preocupações excessivas com fatos do cotidiano persistentes por pelo menos seis meses.
Algumas alterações clínicas, junto com a preocupação em excesso, podem reforçar a presença da ansiedade patológica. Entre elas estão gastrites, diarreias, colites, elevações passageiras da pressão arterial, cansaço após fases de inquietação ansiosa, taquicardias, falta de ar passageira, dificuldade em iniciar o sono noturno.
A procura precoce de uma avaliação ajuda a evitar a cronificação de uma doença e prejuízo importante com piora da qualidade de vida de maneira geral.

A ansiedade pode rapidamente te tirar do controle e interferir no seu dia a dia. Mas há técnicas que permitem recuperar o controle, segundo especialistas as sugestões são :

1- Tire 30 minutos por dia para pensar em coisas que estão te preocupando. Guarde suas preocupações para esse momento específico ;

2- Pense menos no que vai acontecer e se preocupe mais com o que está acontecendo agora ;

3- Pratique técnicas de relaxamento como respiração profunda ;

4- Faça exercícios regularmente e procure dormir bem ;

5- Não abuse do álcool e não faça uso de drogas ;

6- Restrinja ou elimine cafeína ;

7- Lide com as coisas que causaram ansiedade no passado. Comece visualizando como você lidou com esses fatores. Fazer isso vai te ajudar a lidar com os problemas na vida real ;

8- Converse sobre seus medos com um médico. Ele poderá ajudar a traçar um plano sobre como lidar com a sua ansiedade .

Particularmente eu diria para que viva o hoje e o agora , o que vem depois não nos pertence , mas sem dúvida o que irá acontecer será um reflexo do que praticamos hoje .

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Essa planta é boa para quê?

Medicamentos fitoterápicos e plantas medicinais podem ser uma opção mais natural para cuidar da saúde, mas também exigem cuidados






Gengibre é bom para diminuir o enjoo, maracujá ou valeriana para acalmar os nervos e guaco para aliviar a tosse. Esses conselhos poderiam muito bem vir de qualquer avó ou tia que se preze com um bom conhecimento de plantas e muita sabedoria popular.

Nada pode ser mais prazeroso do que preparar um alimento ou uma infusão com plantas colhidas na hora. Principalmente, se elas são capazes de melhorar nossa saúde e humor.
Para unir o útil ao agradável, o ideal é cultivar plantas que curam e que também podem ser bonitas de se ver. O farmacêutico Daniel Weisz, especializado em fitoterapia, homeopatia e florais de Bach, fala com entusiasmo de várias espécies que unem essas duas virtudes.
“A cavalinha, por exemplo, dá belos vasos e tem incontáveis usos medicinais. A babosa é outra planta poderosa, fácil de brotar e que exibe uma linda coroa em meio ao gramado ou em recipientes de médio ou grande porte.
O importante é escolher as espécies de maior abrangência curativa e observar os cuidados certos para que elas se mantenham fortes e viçosas”, explica Weiz.
Mas lembre-se que o consumo exagerado de chás, infusões, temperos ou alimentos de qualquer espécie pode levar à intoxicação. Chás, por exemplo, não devem ultrapassar quatro xícaras ao dia. É essencial, por isso, consultar um médico ou fitoterapeuta para ministrar as doses corretas de cada planta.


Onde plantar
Plantas precisam de espaço para se desenvolver e atingem sua plenitude quando cultivadas “in natura”, espalhando-se pelo solo. Mas nem sempre podemos contar com um jardim ou quintal de bom tamanho.
Assim, vasos, floreiras estruturais, jardineiras avulsas ou mesmo áreas comuns de condomínios podem ser soluções bastante viáveis. Plantas grandes como boldo africano, guaco (trepadeira), espinheira santa (árvore), insulina vegetal (trepadeira), sabugueiro (árvore), boldo indígena ou popularmente estomalina (árvore) são obrigatoriamente cultivadas em jardins.
Já hortelã, camomila, melissa, erva cidreira e erva doce podem ser cultivadas em vasos, principalmente a cavalinha, que é bastante invasora (e, por isso, ideal ser contida em vaso)
“Seja qual for o espaço, o melhor lugar é sempre aquele em que incidir maior luminosidade”, diz Silvia Jeha Bueno de Azevedo, do viveiro orgânico Sabor de Fazenda.
Nutricionista e herborista, ela ensina que ervas, temperos e plantas curativas precisam de pelo menos quatro horas de sol por dia. De preferência, sem o filtro dos vidros das janelas, condição que propicia o ataque de pragas e outras doenças.
Lugares arejados e com áreas de sombra para remanejar os vasos na hora de pico da radiação solar também são indicados.
Esteja atento ao assédio dos animais domésticos, que podem atacar as plantas por pura diversão ou para fazer suas necessidades biológicas.

Cultivo adequado
Daniel Weisz recomenda que não se exagere na rega. “É importante conhecer as especificidades de cada espécie, a fim de providenciar o cuidado adequado. Nada de terra seca como areia, ou encharcada como barro. O ideal é sentir o solo úmido e fresco ao toque”.
Quanto à poda, Silvia Jeha orienta que, de forma geral, as espécies mais lenhosas – aquelas com tronco ou caule mais duros –, devem ter as extremidades cortadas de fora para dentro, sempre com uma pequena tesoura.
Já para as espécies de caule mais mole, a recomendação é que sejam cortadas o mais próximo possível do solo para que brotem novamente. As folhas devem ser cortadas, e nunca arrancadas, regra que vale tanto para espécies rijas quanto flexíveis.
Na hora de nutrir as plantas, nada de agrotóxico. O melhor é optar por adubos orgânicos como humus de minhoca, compostos em geral, torta de nim, bocashi e farinha de osso, essa com o inconveniente do forte odor.
Se for complementar com sobras domésticas, dê ênfase às cascas - de ovo, banana, laranja e legumes em geral - e sementes de diversas plantas, sempre ricas em sais minerais.

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Perder peso também pode melhorar a memória

Pesquisa revela que a perda de memória causada pela obesidade pode ser reversível com o emagrecimento

Você sabia que, além de beneficiar a saúde de quem está obeso, o emagrecimento também pode melhorar a memória? Um estudo da Universidade de Uema, na Suécia, mostrou que as pessoas obesas têm a memória prejudicada, principalmente aquela nomeada como episódica, que é a lembrança dos eventos que acontecem ao longo da vida.
Com uma série de avaliações, os pesquisadores descobriram que a perda de peso melhora a memória episódica, provando que a perda relacionada à obesidade é reversível. Eles dizem que as mulheres mais velhas e com sobrepeso, que perderam alguns quilos com dieta, tiveram uma alteração nas regiões do cérebro importantes para a memória.
Para chegar a essa conclusão, foram realizados exames de ressonância magnética, que permitiram que os pesquisadores monitorassem a atividade cerebral das participantes enquanto eles realizavam um teste de memória. As voluntárias tinham uma média de idade de 61 anos e realizaram dietas saudáveis de emagrecimento num período de seis meses.
Nove delas fizeram a dieta “Paleolítica”, que consiste em um cardápio com 30% de proteínas, 30% de carboidratos e 40% de gorduras insaturadas (encontradas em azeite de oliva, abacate, castanhas, linhaça e alguns peixes). As demais mulheres seguiram as recomendações nutricionais dos países nórdicos, tendo uma alimentação com 15% de proteína, 55% de carboidratos e 30% de gorduras.
Antes e depois da dieta, o IMC (índice de massa corporal) foi medido e a memória episódica foi testada. Os resultados mostraram a média do IMC de todas as mulheres caiu abaixo do ponto para a obesidade após seis meses de dieta e o desempenho da memória melhorou após o emagrecimento.
Um dos líderes do estudo, Dr. Andreas Pettersson, disse: "A atividade cerebral alterada após a perda de peso sugere que o cérebro se torna mais ativo. Nossas descobertas sugerem que deficiências associadas à obesidade em função de memória são reversíveis, acrescentando mais um incentivo para a perda de peso".
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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Saiba quais são e evite os alimentos que provocam azia

Fique de olho no que come e acabe com a incômoda queimação no estômago


Se você tem propensão a incômodas queimações de azia, não basta tomar um antiácido – cuidados com o que você come devem vir em primeiro lugar.
A American Gastroenterological Association listou alimentos e bebidas que devem ser evitados, ou moderar o consumo pois podem provocar o problema. São eles:
Alimentos fritos ou ricos em gordura.
Alimentos com chocolate ou hortelã.
Bebidas alcoólicas, bebidas com carbonatação (refrigerantes, água com gás) e café.
Mostarda e ketchup, bem como molho de tomate.
Substâncias ácidas, como vinagre, sucos cítricos e frutas cítricas.


- O uso prolongado de medicamentos para combater a doença do refluxo gastroesofágico e a azia grave pode dificultar a absorção de alguns nutrientes.

Consumo prejudica a absorção de nutrientes e vem sendo associado a aumento no risco de fraturas ósseas, infecção bacteriana e até pneumonia

A classe de medicamentos conhecida como inibidores da bomba de prótons (IBP), da qual fazem parte substâncias como omeprazol, lansoprazol e esomeprazol .

É necessário haver ácido no estômago para decompor os alimentos e absorver nutrientes bem como para o bom funcionamento da vesícula biliar e do pâncreas. O uso em longo prazo dos IBPs pode interferir nesses processos .E a supressão de ácido do estômago, que mata bactérias e outros micróbios, pode tornar as pessoas mais suscetíveis a infecções, como a causada pelo Clostridium difficile.


Exercícios físicos pioram a azia crônica?

Pesquisas mostram que tudo é uma questão de escolher o exercício certo


Para quem sofre com azia crônica, minimizar os exercícios pode parecer óbvio. Muita corrida ou saltos podem induzir o refluxo do conteúdo ácido do estômago.
Com algumas precauções, porém, o tipo certo de exercícios na verdade pode melhorar essa condição.
Estudos descobriram que sessões curtas de exercícios moderados pelo menos algumas vezes por semana podem reduzir o risco de refluxo gastroesofágico, em parte porque reduz o índice de massa corpórea, um fator de risco essencial para o problema.
Um estudo, publicado  e que incluiu mais de 3 mil pessoas que relataram ter refluxo, descobriu que uma sessão de exercícios de meia hora no mínimo uma vez por semana (associada ao consumo de alimentos com alto teor de fibra) ajuda a reduzir pela metade o risco de apresentar essa condição.
Duas medidas podem ajudar: evitar alimentos duas horas antes de praticar exercícios e ficar longe de bebidas isotônicas com muito carboidrato.
O exercício específico, porém, é crucial. Cientistas descobriram que atividade aeróbica com maior “agitação do corpo”, como corrida vigorosa, acaba induzindo o refluxo ácido, até mesmo em pessoas que não têm azia crônica. Exercícios menos agitados – como pedalar numa bicicleta ergométrica, por exemplo – causam menos problemas.
Outro fator é a posição do corpo. Levantamento de peso com os braços, musculação nas pernas e qualquer outro exercício que envolve ficar deitado aumentam muito o risco de refluxo. Um estudo de 2009 mostrou que surfistas apresentam risco muito maior de apresentar refluxo gastroesofágico do que outros atletas.
“Remar de bruços sobre a superfície da prancha de surfe leva a um aumento da pressão intra-abdominal”, escreveram os autores do estudo.
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terça-feira, 9 de julho de 2013

Especial Sobre Enxaqueca

Essas informações são utilizadas pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos .

 

Definição

A enxaqueca é um tipo comum de dor de cabeça que pode ocorrer com sintomas como náuseas, vômitos ou sensibilidade à luz. Muitas pessoas sentem uma dor latejante em somente um dos lados da cabeça.
Algumas pessoas que sofrem de enxaqueca têm sintomas de aviso, chamados de aura, antes que comece a enxaqueca propriamente. A aura é um grupo de sintomas, geralmente distúrbios visuais, que serve como um sinal de aviso de que uma dor de cabeça muito forte está chegando. A maioria das pessoas, entretanto, não tem esses sinais de aviso.

Nomes alternativos

Cefaleia, migrânea

Foto: ADAM
Enxaqueca


Causas, incidência e fatores de risco

Muitas pessoas têm enxaquecas – cerca de 11 em 100. As dores de cabeça tendem a aparecer pela primeira vez entre os 10 e os 46 anos. Ocasionalmente, as enxaquecas podem acontecer mais tarde em uma pessoa sem histórico dessas dores.
As enxaquecas ocorrem mais frequentemente em mulheres que em homens e podem ser genéticas. As mulheres podem ter menos enxaquecas durante a gravidez . A maior parte das mulheres com esse tipo de dor de cabeça tem menos episódios durante os dois últimos trimestres da gravidez.
A enxaqueca é causada por uma atividade anormal do cérebro , que é desencadeada pelo estresse, alguns alimentos, fatores ambientais, entre outros. Porém, a cadeia de eventos exata continua incerta.
Os cientistas acreditavam que as enxaquecas se deviam a alterações nos vasos sanguíneos do cérebro. Hoje, a maioria dos especialistas acredita que o ataque na verdade começa no próprio cérebro, envolvendo vários elementos químicos e circuitos neurais. As alterações afetam o fluxo sanguíneo no cérebro e nos tecidos adjacentes.

Os ataques de enxaqueca podem ser desencadeados por:
  • Álcool
  • Reações alérgicas
  • Luz forte
  • Certos cheiros ou perfumes
  • Alterações nos níveis hormonais (que podem ocorrer durante o ciclo menstrual feminino ou com o uso de contraceptivos orais)
  • Alterações nos padrões de sono
  • Exercícios físicos
  • Ruídos fortes
  • Saltar refeições
  • Estresse físico ou emocional
  • Fumar ou ser exposto à fumaça
Alguns alimentos e conservantes de alimentos podem desencadear enxaquecas em algumas pessoas.

Os desencadeadores relacionados com a comida incluem:
  • Qualquer alimento processado, fermentado, marinado ou em conserva
  • Assados
  • Chocolate
  • Produtos lácteos
  • Alimentos contendo glutamato monossódico (GMS)
  • Alimentos contendo tiramina, como vinho tinto, queijos curtidos, peixe defumado, fígado de galinha, figos e certos tipos de feijão
  • Frutas (abacate, banana e frutas cítricas)
  • Carne contendo nitratos (bacon, salsicha, salame, carnes curadas)
  • Castanhas
  • Cebolas
  • Manteiga de amendoim
Essa lista pode não incluir todos os desencadeadores.
A verdadeira enxaqueca não é resultante de um tumor cerebral ou de outro problema medicinal grave. Contudo, somente um médico experiente pode determinar se seus sintomas se devem a uma enxaqueca ou a outra doença.

Sintomas

Os distúrbios visuais, ou aura, são considerados um "sinal de aviso" de que a enxaqueca vai começar.
A aura ocorre nos dois olhos e pode envolver qualquer um dos itens a seguir, ou todos:

  • Um ponto cego temporário
  • Vista embaçada
  • Dor nos olhos
  • Ver estrelas ou linhas em ziguezague
  • Visão de túnel
Nem todas as pessoas que sofrem de enxaquecas têm aura. As que têm, geralmente desenvolvem alguma cerca de 10 a 15 minutos antes da dor de cabeça. Entretanto, ela pode ocorrer de alguns minutos a 24 horas antes. Pode não ocorrer enxaqueca depois da aura.
A enxaqueca pode ser leve ou severa. A dor pode ser sentida atrás dos olhos ou na parte posterior da cabeça e do pescoço Para muitos pacientes, as dores de cabeça começam sempre do mesmo lado.
Em geral, as dores de cabeça:
  • São latejantes ou pulsantes
  • São piores de um lado da cabeça
  • Começam como uma dor leve e pioram em minutos ou horas
  • Duram de 6 a 48 horas
Outros sintomas que podem ocorrer com a dor de cabeça:

  • Calafrios
  • Aumento da micção
  • Fadiga
  • Perda de apetite
  • Náuseas e vômito
  • Dormência, formigamento ou fraqueza
  • Problemas de concentração, dificuldade para encontrar as palavras
  • Sensibilidade à luz ou ao som
  • Transpiração excessiva
Os sintomas podem continuar mesmo depois de terminada a enxaqueca. Os pacientes com enxaqueca às vezes chamam esses sintomas de "ressaca" da enxaqueca.
Eles podem incluir:
  • Sentir que está lento mentalmente, como se seu raciocínio não fosse claro ou preciso
  • Maior necessidade de sono
  • Dor no pescoço

Exames e testes


Foto: ADAM
Tomografia computadorizada do cérebro
Seu médico pode diagnosticar esse tipo de dor de cabeça fazendo perguntas sobre seus sintomas e histórico familiar de enxaquecas. Será feito um exame físico completo para determinar se as dores de cabeça se devem à tensão muscular, problemas nos seios nasais ou uma doença cerebral grave.

Não há um exame específico para provar que sua dor de cabeça seja realmente uma enxaqueca. Entretanto, seu médico poderá pedir uma ressonância magnética ou tomografia computadorizada se você nunca tiver feito um desses exames.
Se você tem uma enxaqueca com sintomas incomuns como fraqueza, problemas de memória ou perda do estado de alerta, pode ser necessário um eletroencefalograma para excluir convulsões. Uma punção lombar pode ser necessária.

Tratamento

Não há cura específica para a enxaqueca. O objetivo é prevenir os sintomas evitando ou alterando seus desencadeadores.
Uma boa forma de identificar os desencadeadores é manter um diário de suas dores de cabeça. Anote:
  • Quando suas dores de cabeça ocorrem
  • O grau de severidade
  • O que você comeu
  • Quantas horas de sono você dormiu
  • Outros sintomas
  • Outros fatores possíveis (as mulheres devem anotar o momento do ciclo menstrual)
Por exemplo, o diário pode revelar que suas dores de cabeça tendem a ocorrer com mais frequência nos dias em que você acorda mais cedo que o normal. Alterar seus horários de sono pode resultar em menos episódios de enxaqueca.
Quando tiver os sintomas da enxaqueca, tente tratá-los imediatamente. A dor de cabeça pode ser menos grave.
Quando os sintomas da enxaqueca começarem:
  • Beba água para evitar a desidratação, principalmente se tiver vomitado
  • Descanse em um quarto silencioso e escuro
  • Coloque um pano frio na cabeça
Existem muitos medicamentos disponíveis para as pessoas com enxaqueca.

Os medicamentos são utilizados para:
  • Reduzir o número de ataques
  • Interromper a enxaqueca quando ocorrerem os primeiros sintomas
  • Tratar a dor e outros sintomas
REDUZINDO OS ATAQUES
Se você tem enxaqueca frequentemente, seu médico pode receitar medicamentos para reduzir o número de ataques. Esses medicamentos precisam ser tomados diariamente para que sejam eficazes.
Esses remédios podem incluir:
  • Antidepressivos como a amitriptilina
  • Medicamentos para a pressão arterial como os bloqueadores beta (propanolol) ou bloqueadores do canal de cálcio (verapamil)
  • Medicamentos anticonvulsivos como valproato, gabapentina e topiramato
  • Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (SSRIs) como a venlafaxina
  • Inibidores seletivos da recaptação de norepinefrina (SNRIs) como a duloxetina
INTERROMPENDO UM ATAQUE
Outros medicamentos são usados com o primeiro sinal de um ataque de enxaqueca. Muitas vezes, os analgésicos de venda livre como paracetamol, ibuprofeno ou aspirina são úteis, principalmente se sua enxaqueca é branda. Se eles não ajudarem, consulte seu médico sobre medicamentos com receita.
Entretanto, saiba que o abuso ou uso indevido desses medicamentos pode resultar em cefaleias de rebote. As cefaleias crônicas ocorrem normalmente em pessoas que tomam analgésicos mais de 3 dias por semana de forma contínua.
Seu médico pode escolher entre vários tipos diferentes de medicamentos, inclusive:
  • Triptanos, os medicamentos mais frequentemente prescritos para interromper os ataques de enxaqueca, como almotriptano, frovatriptano, rizatriptano, sumatriptano e zolmitriptano
  • Ergots como diidroergotamina ou ergotamina com cafeína
  • Isometepteno
Esses medicamentos vêm em diferentes formatos. Aos pacientes que têm náuseas e vômitos com as enxaquecas, podem ser receitados sprays nasais, supositórios ou injeções, em vez de comprimidos orais.
Alguns medicamentos para a enxaqueca estreitam os vasos sanguíneos e não deverão ser tomados se você tiver risco de ataque cardíaco ou tiver doenças cardíacas, a menos que seja recomendado por seu médico. Os ergots não deverão ser tomados se você estiver grávida ou planejando engravidar, porque eles podem causar efeitos colaterais graves no feto.
TRATANDO OS SINTOMAS
Outros medicamentos são administrados principalmente para tratar os sintomas da enxaqueca. Usados separadamente ou em conjunto, essas drogas podem reduzir a dor, náuseas e o estresse emocional.
Os medicamentos desse grupo incluem:
  • Medicamentos para as náuseas como a proclorperazina
  • Os analgésicos de venda livre como o paracetamol
  • Sedativos como o butabarbital
  • Medicamentos narcóticos como a petidina
  • Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) como o ibuprofeno
Se você quiser tentar uma alternativa, a erva Tanacetum parthenium é muito usada para a enxaqueca. Muitos estudos, mas não todos, apoiam o uso da Tanacetum parthenium para tratar a enxaqueca. Se você estiver interessado em experimentá-la, certifique-se de que seu médico aprove o tratamento.
Além disso, saiba que nem todos os remédios com plantas medicinais vendidos nas farmácias e em lojas de alimentos naturais são regulamentados. Peça a ajuda de um herbologista especializado ao escolher as ervas.

Evolução (prognóstico)

Cada pessoa responde de maneira diferente ao tratamento. Algumas pessoas têm dores de cabeça que requerem pouco ou nenhum tratamento. Outras precisam usar vários medicamentos ou mesmo hospitalização ocasional.

Complicações

A enxaqueca é um fator de risco para AVC, tanto em homens quanto em mulheres.
As enxaquecas em geral não representam uma ameaça significativa para a saúde geral. Entretanto, elas podem ser um problema a longo prazo (crônico) e interferir com seu cotidiano.

Ligando para o médico

Recorra ao especialista se:
  • Você estiver sentindo "a pior dor de cabeça da sua vida"
  • Você apresentar dificuldades para se movimentar, enxergar ou falar, ou apresentar perda de equilíbrio, principalmente se nunca tiver tido esses sintomas junto com uma dor de cabeça
  • Sua dor de cabeça for mais grave quando você estiver deitado
  • A dor de cabeça começar repentinamente
Também ligue para seu médico se:
  • Sua dor ou o padrão regular da dor de cabeça mudar
  • Os tratamentos que fizeram efeito no passado não estiverem mais ajudando
  • Você sentir efeitos colaterais do medicamento, incluindo batimentos cardíacos irregulares, pele pálida ou azulada, sonolência extrema, tosse persistente, depressão, fadiga, náusea, vômito,diarreia, constipação, dor de estômago, cólicas, boca seca ou sede extrema
  • Você estiver grávida ou se essa for uma possibilidade, já que alguns medicamentos não devem ser tomados durante a gravidez
Consulte o artigo geral sobre dores de cabeça para obter mais informações sobre sintomas críticos

Prevenção

Compreender quais são os desencadeadores da cefaleia pode ajudar a evitar as situações que causam essas dores. Mantenha um diário de suas dores de cabeça para identificar a origem ou o desencadeador de seus sintomas. Depois, modifique o ambiente ou seus hábitos para evitar dores de cabeça futuras.
Outras dicas para prevenir a enxaqueca incluem:
  • Evite fumar
  • Evite o consumo de álcool
  • Evite adoçantes artificiais e outros desencadeadores conhecidos relacionados com alimentos
  • Faça exercícios regularmente
  • Durma bastante todas as noites
  • Aprenda a relaxar e a reduzir o estresse. Alguns pacientes descobriram que o biofeedback e a auto-hipnose ajudam a reduzir o número de ataques de enxaqueca
Guia Net Global agradece aos leitores e até a próxima .