terça-feira, 24 de setembro de 2013

Aposte no chá de hibisco para acabar com o inchaço

A bebida é uma poderosa aliada contra a retenção de líquidos, além de ser anti-inflamatória e antioxidante

A solução para suavizar problemas como sinais de envelhecimento, inchaço e inflamações pode não estar apenas na indústria de remédios e cosméticos. Há soluções mais naturais e que cabem no bolso que podem trazer tantos benefícios quanto certas pílulas.
O TodaEla já publicou uma matéria falando sobre os benefícios dos chás, mas para quem quer eliminar as toxinas, um em especial chama a atenção: o chá de hibisco. De acordo com a nutricionista especialista em clínica funcional, Fernanda Granja, a bebida possui diversas propriedades benéficas, como ação antioxidante, anti-inflamatória, digestiva e diurética.


Ela também contribui para o processo de emagrecimento porque ajuda o organismo a eliminar toxinas, que são as substâncias que dificultam a eliminação dos quilos extras e ainda retêm líquidos, causando o inchaço. Além disso, o chá de hibisco é rico em flavonoide, um poderoso agente antioxidante que combate os radicais livres, protege o coração de doenças e a pele do envelhecimento.
“Vale destacar também que o consumo diário de chá de hibisco, em uma quantidade facilmente incorporada na dieta, diminui a pressão arterial em adultos pré e levemente hipertensos e pode se revelar um componente eficaz na dieta de pessoas com essas condições”, explica a nutricionista.
É possível aproveitar os benefícios da bebida de duas maneiras: comprando o hibisco em casas de produtos naturais e submetê-lo à infusão em água quente ou investir em opções mais práticas como aquelas em pó, que podem ser misturadas à água em qualquer lugar.
Quem preferir a segunda opção pode também ter a vantagem de contar com sabores que suavizam o paladar ao experimentar o hibisco. Um exemplo é a linha de chás instantâneos criada pela NutraWay, que possui a bebida nos sabores abacaxi com hortelã, frutas vermelhas e limão.
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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Plantas Medicinais - Babosa

Nome científico

Aloe vera

Nomes alternativos

Aloe, erva babosa, babosa de jardim.
                                    

Descrição

Arbusto de folha verde suculenta com comprimento de 30cm a 50cm e 10cm de largura na base da folha. É valorizada por seu gel viscoso e incolor. Original do norte da África, hoje é facilmente encontrada em várias áreas de clima quente ou tropical.

Parte utilizada

Folha, polpa, seiva.

Uso medicinal

Usada tradicionalmente no tratamento de pequenos cortes, inflamações, queimaduras e irritações da pele. O gel é utilizado pela indústria cosmética como ingrediente hidratante na fabricação de cremes, loções pós-sol, para barbear etc. O suco desidratado da babosa tem propriedades laxantes.

Modos de uso

Como gel fresco recém-retirado da folha e na fabricação de fitoterápicos como Aloax, Brunavera, Mannativ, Mustela, Radiaplex, Skinal e Topidrate. Também está presente na composição de Olina e Amargol.

Cuidados e contraindicações

Contraindicado em caso de alergia a plantas da família das liliáceas. O gel da babosa não deve ser ingerido. E os fitoterápicos de efeito laxativo não devem ser usados em caso de dor abdominal, náusea ou vômito.

Efeitos colaterais

Casos raros de dermatite de contato ou ardência na pele.
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Confira os benefícios da gema de ovo para a saúde

Antes apontada como a grande vilã do colesterol, a gema foi “libertada” desse título através de pesquisas que comprovaram suas qualidades


Se você tem colesterol alto, quantas vezes já ouviu dos nutricionistas e médicos para ficar longe da gema de ovo e consumir só a clara? Pois ela, que antes era dada como vilã pelos especialistas, ganhou a sua redenção em pesquisas recentes, que mostraram que os níveis de colesterol LDL contido nela pertencem a uma medida diferente das taxas do sangue, não influenciando no aumento do fator maléfico ao coração.
Segundo um estudo norte-americano recente divulgado no The Huffignton Post , o consumo de ovos não teve efeito sobre os níveis de colesterol total no sangue de 115 adultos saudáveis. Além disso, outra pesquisa encontrou indícios de que comer com moderação ovos inteiros (clara e gema) aumenta o HDL (o colesterol bom e protetor do coração).
Drew Ramsey, professor de psiquiatria na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, que estuda a relação entre comportamentos de vida, como dieta e saúde psicológica, afirmou: "Há problemas muito maiores na dieta americana do que o colesterol. Todo mundo está de acordo que o verdadeiro problema com diabetes e obesidade é comer muita comida processada".
Com o sinal verde para o consumo da gema do ovo, vale destacar as suas propriedades benéficas. A gema é uma das mais ricas fontes alimentares da colina, uma substância derivada de um aminoácido denominado serina (que faz parte do complexo B e está associada à sensação de bem-estar e felicidade).
A colina contida no ovo também está relacionada à melhor função neurológica e redução da inflamação, sendo que também há evidências de que este nutriente é excelente para a dieta das gestantes, pois contribui para o desenvolvimento cerebral do feto. As gemas também contêm dois carotenóides, sendo eles a luteína e a zeaxantina, que protegem a visão.


Os ovos também são ricos em enxofre, um nutriente essencial que contribui para a absorção de vitamina B para a função hepática. Além disso, a substância ainda é essencial para a produção de colágeno e queratina, que ajudam a manter o cabelo brilhante, unhas fortes e pele viçosa.
Vale lembrar que todos esses benefícios da gema não tiram todas as qualidades das claras, que têm baixas calorias e teor de gordura, sendo fontes perfeitas de proteínas. Entretanto, juntas elas são consideradas o “padrão ouro” proteico, sendo os seus aminoácidos os mais digeríveis para os seres humanos.
Porém, não é indicado exagerar, pois os especialistas recomendam que o consumo seja de, no máximo, quatro ovos por semana. E, na hora do preparo, faça receitas que usem pouca ou nenhuma gordura, preferindo consumi-los cozidos, poché ou em omeletes com legumes.
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Dieta das 8 horas promete eliminar 4,5 quilos por semana

O esquema desse regime é se alimentar apenas das 9 da manhã até às 17 horas


Eis que mais uma dieta norte-americana surgiu, tentando minimizar os efeitos que a obesidade causa nos Estados Unidos e no mundo. Criado por David Zinczenko e Peter Moore, o livro “A Dieta das Oito Horas” já faz sucesso e divulga um processo em que se pode comer (de tudo), mas apenas em um período de oito horas, dando o exemplo do horário entre as 9 da manhã e às cinco da tarde.
A nova dieta foi divulgada em um artigo no Daily Mail , que conversou com os autores que afirmaram que a atual cultura de ficar acordado até tarde comendo o que quiser têm aumentado as taxas de diabetes e obesidade na população. Em um trecho do livro os autores dizem: "Nossos corpos não conseguem processar o alimento que nós comemos [depois de horas] e essas calorias acabam indo para onde não deve, como abdômen e glúteos".
O livro afirma que podemos perder até 4,5 quilos em uma semana e até nove em seis semanas, dizendo que é só escolher um período de oito horas para comer, como das 9 às 17h ou das 11 às 19h, por exemplo.
Os autores ligam o efeito da luz artificial em nossa alimentação: "O advento da luz artificial também levou a uma extensão falsa de nossos períodos de refeição. Nossos ritmos circadianos (do período de 24 horas) têm um sinal de parada natural e nos confrontamos com esse sinal quase todos os dias. Nosso período de alimentação estendido deixa o nosso sistema digestivo fora de forma, mexendo com os hormônios e enzimas que controlam o seu funcionamento".


Segundo a nova dieta, este processo é uma forma de prolongar o período entre o seu último lanche no dia anterior e o seu café da manhã no outro dia, dando o seu corpo a chance de queimar suas reservas de gordura para ter a energia que necessita. Os autores afirmam que dessa forma, o metabolismo fica mais acelerado e queima mais calorias durante o dia e a noite. O livro defende que você pode comer de tudo sim, mas em menor quantidade.
Entretanto, vale lembrar que muitas dietas da moda até podem ter um efeito rápido, mas podem fazer mal à saúde. O que vale sempre para uma vida saudável e boa forma é uma alimentação balanceada — incluindo muitas frutas, verduras, legumes, fibras, carboidratos e proteínas magras — e exercícios físicos. 
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

VÍCIO COMUM NA SOCIEDADE

O álcool altera o comportamento e tem repercussões sobre vários sistemas do organismo.

Começa com uma dose de vezem quando. Emseguida, começa a aumentar os dias da semana que esta dose está presente, podendo aumentar também a quantidade de bebida ingerida. A sensação de liberdade e de sentir-se bem, como se todos os problemas deixassem de existir, provocada pela bebida alcoólica faz com que muitos tornam diária a prática de beber e, com o passar do tempo, torna-se um vício.
O alcoolismo é um dos problemas médicos e sociais mais importantes da atualidade. “È considerado  alcoolismo  a dependência do álcool. Quem consome, por exemplo,50 gramasde álcool por dia é uma pessoa alcoólatra, isto corresponde a duas doses de whisky ou em média de3 a4 latas de cerveja diária”, explica o cirurgião geral, Fábio Denardi.
Apesar de inúmeras campanhas, cada vez mais adolescentes e mesmo crianças começam a apresentar problemas com o uso de álcool. “A incidência do alcoolismo em mulheres (limitado no passado por razões culturais) rapidamente se aproxima dos índices masculinos”, revela o médico psiquiatra especialista em dependência química pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Leonardo Flores.
As conseqüências do alcoolismo afetam o social e a parte orgânica. Os fatores psicológicos que contribuem ou que estão associados ao desenvolvimento do alcoolismo, segundo o psiquiatra, são: a) baixa produtividade psíquica (comprometimento na capacidade de estabelecer associações psíquicas); b) menor capacidade de planejamento e avaliação prática dos fatos; c) menor atenção às dificuldades cotidianas; d)carência de autonomia e auto-afirmação; e) comprometimento na expressão e elaboração dos afetos, entre outros. A parte orgânica, conforme Denardi,  pode ter repercussão sobre vários  sistemas, dependendo da pré-disposição do paciente e do tempo de uso do álcool, como cirrose, atrofia cerebral, hipertensão, miocardiopatia dilatada e alguns câncer de cavidade oral.



                                            Alcool na sociedade

Os danos sociais evidenciam-se na modificação do comportamento dos pacientes. “As alterações ocorrem no seguinte sentido: falta de diálogo com o cônjuge, freqüentes “explosões” temperamentais com manifestação de raiva, atitudes hostis, perda do interesse na relação conjugal. No trabalho, os colegas podem notar um comportamento mais irritável do que o habitual, atrasos e mesmo faltas. Quando essas situações acontecem é sinal de que o indivíduo já perdeu o controle da bebida e pode estar travando uma luta solitária para diminuir o consumo do álcool, mas geralmente as iniciativas pessoais resultam em fracassos”, afirma Flores.
Acidentes de carro e exclusão social também estão relacionados ao alcoolismo. Porém, mesmo com todas estas situações causadas e/ou agravadas pelo álcool, o alcoólatra, dificilmente, assume a sua dependência e procura tratamento por conta própria, por isso o apoio da família é fundamental. “O diagnóstico é feito baseado na história contada pela própria família, já que o alcoólatra tem uma tendência à negação e dificilmente vai assumir que é dependente do álcool”, conta o cirurgião geral. O psiquiatra ressalta que o papel ativo da família é essencial para o tratamento, reabilitação e reinserção social do seu familiar que sofre de alcoolismo. “Muitas famílias procuram o apoio junto aos técnicos de saúde, permitindo assim que estas superem e sobrevivam às dificuldades que encontram. No entanto, há aquelas que não o fazem, levando ao seu adoecimento, ou seja, não conseguem lidar com as recaídas, conduzindo à sua desestruturação ou destruição”, alerta Flores.
Durante o tratamento, as recaídas acontecem na maioria dos casos. “A família deve estar preparada para o fato de o doente poder ter recaídas ao longo do tempo, o que pode conduzir a um possível internamento hospitalar. É bastante importante o apoio da família ao doente durante o tempo da sua permanência no hospital  e posteriormente em seu tratamento ambulatorial, através de reforço positivo, mostrar interesse em saber como vai a evolução da sua doença”, argumenta Flores.
O tratamento, segundo Denardi, é medicamentoso e precisa de acompanhamento de um psicólogo e psiquiatra. “A abordagem do paciente dependente de álcool deve ser diretiva, mas sem deixar de ser acolhedora, clara, simples, breve e flexivel”, diz o psiquiatra.
A eficácia do tratamento deve-se muito a motivação do dependente em mudar sua conduta frente ao álcool. O primeiro passso, de acordo com Flores, é reconhecer que é um doente, pois o alcoolismo é uma doença que infelizmente não tem cura,  assim tomar consciência do problema é preciso para que numa segunda etapa comece a desenvolver mudanças em seu estilo de vida. Conforme os médicos, além do apoio da família, o Alcoólicos Anônimos (AA), o uso de medicação e terapias são de extrema importância para que o alicerce da recuperação seja consolidado e permanente.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

EJACULAÇÃO PRECOCE

A ejaculação precoce é uma doença, catalogada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que atinge o público masculino e consequentemente a relação do casal. Mas, quando pode ser considerada ejaculação precoce e quais as situações mais comuns que ela acontece? Esses questionamentos são respondidos pelo urologista, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia, Marcelo de Campos Lima.
Quando a ejaculação é considerada precoce?
Marcelo – Não existe um tempo determinado, varia muito da sintonia do casal. No entanto, a ejaculação é considerada precoce se acontecer antes da penetração ou logo no primeiro minuto após a penetração, determinando insatisfação sexual ao casal.
O que provoca a ejaculação precoce?
Marcelo – Na maioria das vezes é a ansiedade presente no ato da relação sexual e a preocupação com o próprio desempenho. As situações mais comuns acontecem em adolescentes, que estão iniciando a fase sexual, relacionamentos novos ou pessoas que passaram por um relacionamento longo e estão começando um novo relacionamento.
Existe orgasmo sem ejaculação?
Marcelo – Existe. Na cultura Oriental existem relatos de treinamentos que permitem ao homem ter orgasmo sem ejacular. A ejaculação é importante para ser pai. Algumas doenças impedem a ejaculação durante o orgasmo, mas não inibem a sensação de prazer, como o diabetes, cirurgias pélvicas e cirurgias prostáticas.
Como funciona o orgasmo do ponto de vista fisiológico?
Marcelo – É uma resposta cerebral. A sensação do orgasmo envolve a contração rítmica de músculos pélvicos mediada pela liberação de substâncias cerebrais chamadas de neurotransmissores que determinam sensação de prazer e relaxamento.
Existe um período que pode ser considerado “ideal” para satisfazer o casal?
Marcelo – Depende muito da sintonia do casal. O padrão normal é de 5 minutos, podendo existir grande variação. É preciso levar em conta que a estimulação do homem é diferente da estimulação da mulher, que demora mais, por isso é aconselhável retardar o máximo o momento da penetração e investir tempo nas carícias preliminares e envolvimento emocional do casal.
Qual a principal reclamação do homem?
Marcelo – Atendo quase diariamente casais com reclamação de ejaculação precoce. O homem se sente frustrado em não conseguir atingir o orgasmo na companheira e se cobra muito por isto. Sua masculinidade é colocada a prova pelo desempenho sexual insatisfatório.
Como é feito o diagnóstico?
Marcelo – Raramente há a necessidade de realização de exames complementares. Uma entrevista médica bem conduzida, dando oportunidade e abertura para o paciente expressar suas queixas com franqueza são suficientes para se fazer o diagnóstico.

Como evolui o relacionamento do casal quando o homem tem ejaculação precoce?
Marcelo – A satisfação sexual faz parte da boa saúde. Com a ejaculação precoce não se tem a percepção de saúde completa e harmonia do relacionamento como um todo. O resultado positivo, proposto pelo tratamento, melhora a saúde física e a saúde emocional do casal.
O uso de preservativo tem alguma influência sobre o tempo de ejaculação?
Marcelo – O uso do preservativo faz parte das estratégias utilizadas, pois diminui a estimulação direta no pênis.
O que fazer para prolongar a ejaculação?
Marcelo – Tratamento médico. Trabalhar a situação que gera a ansiedade, orientações técnicas e eventualmente a psicoterapia. Em muitos casos é necessário, na fase inicial do tratamento, o uso de medicações para retardar a ejaculação.
O que a mulher pode fazer para auxiliar o parceiro?
Marcelo – A cumplicidade e companheirismo como um todo. Participar do tratamento junto como o parceiro. A cobrança do parceiro quanto ao seu desempenho sexual só perpetua o problema. A ejaculação precoce é doença e existe tratamento, alguns casos são mias difíceis, mas 90% têm um bom resultado.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Bactérias podem ser arma no combate à obesidade

Um estudo americano mostrou que bactérias que vivem em nosso aparelho digestivo podem contribuir para a redução de peso.
As bactérias estudadas fazem parte de um grupo de milhares de tipos de micróbios que afetam nossa saúde.
Uma experiência em laboratório revelou que camundongos engordavam ao receberem bactérias do aparelho digestivo de pessoas obesas.
O inverso também foi comprovado: ao receberem bactérias de pessoas magras, as cobaias engordaram menos.
A descoberta feita nos Estados Unidos foi divulgada na prestigiada revista especializada Science.

Gêmeos

Os pesquisadores da Escola de Medicina da Washington University in St. Louis, no Estado americano do Missouri, retiraram bactérias do aparelho digestivo de pessoas gêmeas com uma característica peculiar: um era gordo e outro era magro.
As cobaias que receberam a bactéria do gêmeo obeso ganharam peso e acumularam mais gordura do que aquelas que receberam a bactéria do gêmeo magro.
Os cientistas utilizaram apenas camundongos que foram criados em ambientes estéreis, garantindo a ausência de qualquer bactéria intestinal antes do estudo.

Fezes, fibra e gordura

Um desdobramento interessante ocorreu quando dois camundongos que receberam tipos diferentes de bactérias foram colocados no mesmo ambiente. Nesse caso, os dois permaneceram magros.
Como as cobaias comem as fezes umas das outras, os animais que receberam, no princípio, a bactéria do gêmeo obeso, acabaram adquirindo a bactéria do gêmeo magro por meio de suas fezes, o que os ajudou a permanecer saudáveis.
Isso ocorreu, porém, apenas quando os dois camundongos recebiam uma dieta com pouca gordura e muita fibra. Quando submetidos a uma dieta rica em gorduras e pobre em fibras, os dois ganharam peso.
O estudo encontrou diferenças no modo como os dois tipos de bactéria - a do gêmeo magro e a do gêmeo obeso - agiram ao digerir fibra e gordura.




De modo geral, as bactérias intestinais do gêmeo magro se saíram melhor ao digerir fibras, levando ao surgimento de ácidos graxos.
Isso significa uma produção maior de energia no processo, com substâncias químicas prevenindo o depósito de gordura adiposa e, ao mesmo tempo, aumentando a quantidade de energia gasta.
Entretanto, a dieta também foi importante para criar as condições ideais para que a bactéria do gêmeo magro pudesse se proliferar.
Por isso, cientistas acreditam que uma terapia de emagrecimento utilizando bactérias intestinais não funcionaria caso o paciente seguisse uma dieta rica em gordura.

Terapia em humanos

Um dos cientistas responsáveis pela pesquisa, Jeffrey Gordon, ressaltou a influência das bactérias do aparelho digestivo na dieta das pessoas.
"Nós não jantamos sozinhos, nós jantamos com trilhões de amigos - nós temos que considerar os micróbios que vivem em nosso intestino", disse.
Apesar disso, especialistas não acreditam que o transplante de milhares de bactérias de pessoas magras venha a ser uma terapia de emagrecimento viável, devido ao risco de se transportar doenças no processo.
Seria mais provável o transplante de um grupo exato de bactérias que favoreçam o controle de peso - e o uso de alimentos que favoreçam sua proliferação no intestino.
Gordon afirma que o próximo passo seria o de "tentar determinar o quão generalizados são os efeitos destas bactérias e que alimentos podem favorecer suas atividades no organismo".
Ele ainda ressalta que devemos "dar um passo à frente e passar a considerar os alimentos em face dos micróbios que vivem dentro do nosso intestino".
Ao comentar a pesquisa, Julian Parkhill, do Welcome Trust Sanger Institute (um importante centro de estudo do genoma humano na Inglaterra), disse esperar um futuro em que a "prescrição" de bactérias para tratar a obesidade seja comum.
"Existe muito trabalho a ser feito, mas isto [o estudo nos EUA] é uma prova de que as bactérias podem controlar a obesidade em adultos", afirma.
Ele ainda pondera: "Esta é um área muito promissora, mas precisamos ser cautelosos ao promover isso como uma cura para tudo".
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sábado, 7 de setembro de 2013

SEU FILHO RESPIRA PELA BOCA?

Lábios rachados, narinas entupidas e falta de concentração são alguns sinais da Síndrome do Respirador Bucal.
O número de crianças que respiram pela boca e apresentam a chamada “síndrome da respiração bucal” (ou insuficiente respirador nasal) é significativo no Brasil. Narinas entupidas, alterações na fala e desconforto na garganta são apenas algumas das características do respirador bucal que acaba prejudicando a qualidade de vida, saúde e o desenvolvimento dos pequenos. “A criança portadora da síndrome do respirador bucal, geralmente, é desatenta na escola ou apresenta, até mesmo, dificuldades de aprendizagem, pois sua respiração não lhe proporciona concentração adequada para o aprendizado”, revela a fonoaudióloga, Fernanda de Carvalho Machado da Costa.

Nos estudos, o respirador bucal pode confundir e trocar letras. “Algumas mães notam que o filho troca a letra “b” pelo “p”, mas não sabem o motivo. Isto pode estar relacionado pelo fato de respirar pela boca”, alerta a fonoaudióloga.


O ser humano nasceu para respirar pelo nariz pelo simples fato que “ele tem como função filtrar as impurezas do ar e aquecê-lo, já o ar que entra pela boca é mais agressivo ao organismo porque chega ao pulmão com as impurezas do meio ambiente”, explica Fernanda. Conforme ela, a criança que respira pela boca tem uma aparência cansada, não apresenta bom desempenho nas atividades físicas em detrimento da sua capacidade respiratória diminuída. Além disso, podem apresentar alteração na alimentação, não mastigando os alimentos direito, preferindo comidas mais pastosas e ingerindo bastante líquido junto com as refeições.

Para diagnosticar o respirador bucal, nem sempre é fácil. “É bom cuidar se os lábios das crianças estão com freqüência rachados e ressecados, se suas amígdalas são hipertróficas (aumentadas), este público apresenta amigdalites seguidas, e quase sempre sofre de apnéia do sono (pausa na respiração durante o sono)”, afirma a fonoaudióloga. As principais causas, além das amígdalas aumentadas, são renites alérgicas e adenóides (também conhecidas como carne esponjosa).

O que pode acarretar
Com o passar do tempo, o hábito de respirar pela boca provoca flacidez dos músculos faciais, lábios e língua, insuficiência respiratória, alterações faciais, alterações na postura corporal, má oclusão dentária, boca seca, mau hálito e noites mal dormidas. “O trabalho base é a respiração correta. Com exercícios específicos ensinamos à criança a respiração nasal”, completa Fernanda.


Tratamento
Para tratar, o primeiro passo, segundo a profissional, é detectar a causa que está impedindo a passagem de ar pelo nariz, como adenóides, amígdalas, entre outras. “O fonoaudiólogo trata a função, a estrutura é com outro profissional especialista na área”, esclarece Fernanda.

Com a mudança de alguns hábitos viciosos e com o auxílio de exercícios, “a respiração correta poderá ser instalada, ou seja, o nariz ganhará a sua função de volta”, afirma a fonoaudióloga. È realizado, também, uma avaliação da fala do paciente, mobilidade e tonicidade de seus órgãos fonoarticulatórios (lábios, língua e bochechas). “Como, geralmente, estes órgãos estão flácidos é preciso trabalhar com exercícios que visam a mobilidade e tonicidade, perto da normalidade, melhorando assim o desempenho nas atividades físicas, concentração, maior satisfação e, consequentemente, a qualidade de vida e bem-estar do paciente”, ressalta Fernanda.
Fique atenta se a criança: 

  • Fica de boca aberta por muito tempo, principalmente ao dormir;
  • Ronca e baba bastante durante o sono;
  • Tem olheiras e aspecto cansado;
  • Ingere o alimento com muito líquido;
  • Possui respiração barulhenta;
  • Apresenta a boca ressecada, a gengiva vermelha e inchada;
  • Está com cabeça, ombros e braços projetados para frente.

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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

DICAS PARA ABANDONAR O CIGARRO!

Ato de consciência
A sensação de bem-estar e prazer que a nicotina propõe aos fumantes faz com que eles esquecem ou não se conscientizam dos malefícios provocados pelo cigarro à saúde. Os números apontam isto. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quatro milhões de pessoas morrem anualmente por causas relacionadas ao tabagismo, isto significa 11 mil mortes por dia. No Brasil, maior exportador de tabaco, os números também assustam, um terço da população adulta fuma e cerca de 200 mil mortes por ano podem ser atribuídas ao cigarro. (fonte: PneumoAtual)
O cigarro é responsável por causar doenças respiratórias, oculares e cardíacas. “O tabagismo é a quarta causa de internação e está relacionado com doenças como cânceres, principalmente o câncer de pulmão, bronquite, asma, renite, doença arterial coronariana, doença cerebrovascular, aneurisma arterial, trombose vascular, úlcera gástrica, infertilidade, entre outras”, afirma o pneumologista e clínico médico, Marcos Bremm.
Mesmo com todos estes motivos é tão difícil o fumante largar definitivamente o cigarro.  “A nicotina, encontrada em todos os derivados de tabaco, é responsável por causar a dependência química. Esta substância leva a produção de dopamina no cérebro, provocando a sensação de prazer ao fumante”, explica o pneumologista.
Para dizer adeus de vez ao cigarro é preciso ter vontade de parar de fumar. Mas, quando esta vontade não fala mais alto ou não existe? “Recorrer para a condição de saúde, se a condição de saúde não funcionar fazer com que o fumante perceba os gastos excessivos durante o mês com o cigarro, abordar a condição de estética, ou seja, tentar atingir o que mais incomoda o paciente”, constata Bremm. Outra dica do médico é na hora da fissura (vontade intensa de fumar) buscar fazer algo saudável ou até mesmo tomar um copo de água para substituir a vontade de fumar. “O tratamento para fumante é em conjunto – profissional e paciente – e consiste em técnicas diversificadas, conforme o grupo e idade, para ajudar a deixar o vício”, diz ele.


Técnicas para parar de fumar:
Parada Abrupta
Você marca uma data e nesse dia não fumará mais. Além disso, jogue fora maços e lave suas roupas, inclusive as de cama.
Parada Gradual
Você pode utilizar este método de duas formas. A primeira é reduzindo o número de cigarros. Por exemplo: um indivíduo fuma 30 cigarros por dia. No primeiro dia, fuma os 30, no segundo, 25, no terceiro, 20, e assim sucessivamente. O sétimo dia seria a data para deixar de fumar. A estratégia gradual não deve gastar mais de duas semanas para ser colocada em prática, pois pode se tornar uma forma de adiar, e não de parar de fumar. É importante marcar uma data-alvo para que seja seu primeiro dia de ex-fumante.
Sintomas da síndrome de abstinência
O organismo volta a funcionar normalmente sem a presença de substâncias tóxicas e alguns fumantes podem apresentar (varia de fumante para fumante) sintomas de abstinência como fissura (vontade intensa de fumar), dor de cabeça, tonteira, irritabilidade, alteração do sono, tosse, indisposição gástrica. Estes sintomas, quando se manifestam, duram de uma a duas semanas.
NÃO TENHA MEDO!
 De engordar
Se a fome aumentar, não se assuste, é normal um ganho de peso de até 2 kg, já que seu paladar vai melhorando e o metabolismo se normalizando. De qualquer forma, procure não comer mais do que de costume. Evite doces, alimentos gordurosos e mantenha uma dieta equilibrada com alimentos de baixa caloria, frutas, verduras, legumes. Beba muito líquido, de preferência água e sucos naturais. Evite café e bebidas alcoólicas, eles podem ser um convite ao cigarro.
ARMADILHAS!
Nos momentos de estresse
Procure se acalmar e entender que momentos difíceis sempre vão ocorrer e fumar não vai resolver seus problemas.
Sentindo vontade de fumar
A vontade de fumar não dura mais que alguns minutos. Nesses momentos, para ajudar, você poderá mascar chicletes ou chupar balas, beber água gelada ou comer uma fruta.
Exercícios de relaxamento
É um ótimo recurso relaxar. Faça a respiração profunda: respire fundo pelo nariz e vá contando até seis, depois deixe o ar sair lentamente pela boca até esvaziar totalmente os pulmões. Relaxamento muscular: estique os braços e pernas até sentir os músculos relaxarem.
Proteja-se!
Após parar de fumar, uma simples tragada pode levar você a uma recaída. Evite o primeiro cigarro e você estará evitando todos os outros.
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

10 fatos que talvez você não saiba sobre a cafeína

Se você consome chocolate, chá verde ou café, não deixe de conferir essa matéria


Uma divertida animação nos mostrou como os números relacionados à produção e ao consumo de café são impressionantes. Um exemplo disso é a estimativa do consumo anual que alcança a marca das 12 mil toneladas de grãos. Dessa maneira, é difícil que você não beba, no mínimo, uma xícara de café por semana. Mas, mesmo ingerindo diariamente as diversas bebidas e alimentos que contêm em cafeína, será que nós realmente conhecemos essa substância?
É sabido que a cafeína tem um efeito direto sobre o sistema nervoso central, fazendo com que fiquemos mais alerta. Em doses moderadas, a substância pode trazer uma série de benefícios para o organismo, incluindo a melhora da memória e da concentração, além de ajudar na saúde mental como um todo. O café – que pelo seu grande consumo acaba sendo uma das principais fontes de cafeína – já foi associado à diminuição do risco de Alzheimer e alguns tipos de câncer.
Por outro lado, quantidades excessivas de cafeína podem aumentar a frequência cardíaca, causar insônia, ansiedade e outros efeitos colaterais. Entre aqueles que consomem a substância regularmente, a falta do estimulante pode resultar em dores de cabeça e irritabilidade.
Então, para que você saiba mais sobre a cafeína, o Huffington Post criou uma lista com 10 fatos menos conhecidos acerca de uma das substâncias mais consumidas no mundo. Confira!

1. Produtos descafeinados e sem cafeína não são a mesma coisa

Não se deixe enganar pela embalagem: produtos descafeinados podem conter cafeína. Um estudo publicado no Journal of Analytical Toxicology analisou nove tipos diferentes de cafés descafeinados e concluiu que oito deles apresentavam cafeína. A quantidade variava entre 8,6 mg e 13,9 mg, sendo que uma xícara de café tradicional apresenta entre 95 mg e 200 mg da substância.
“Se uma pessoa tomar entre 5 e 10 xícaras de café descafeinado, a dose de cafeína pode facilmente chegar ao mesmo nível presente em uma ou duas xícaras de café tradicional. Isso pode ser uma preocupação para as pessoas que precisam eliminar a ingestão de cafeína, como aqueles que sofrem com doenças do rim ou problemas de ansiedade”, alerta o professor Bruce Goldberger, da Universidade da Florida.


2. A cafeína faz efeito em poucos minutos

Se você estiver precisando de uma forcinha para finalizar um trabalho ou aguentar mais algumas horas acordado, a boa notícia é que a cafeína tem um efeito quase imediato no organismo. Segundo oAmerican Academy of Sleep Medicine , a substância alcança seu pico no sangue entre 30 e 60 minutos após a ingestão. Existe ainda um estudo que aponta que o estado de alerta pode surgir em apenas 10 minutos.
Normalmente, o corpo leva de 3 a 5 horas para eliminar metade da substância e é preciso entre 8 e 14 horas para que o organismo esteja totalmente livre da cafeína. Especialistas em sono recomendam abster-se do café por, no mínimo, oito horas antes de dormir para evitar desconfortos durante o sono. Logicamente, os efeitos podem variar e costumam ser mais visíveis em pessoas que não ingerem cafeína regularmente.

3. Os efeitos não são os mesmos em todas as pessoas

O corpo humano processa a cafeína de maneiras diferentes. Sendo assim, fatores como o sexo, a raça e o uso de anticoncepcionais podem influenciar no efeito da substância no organismo.
De acordo com o New York Magazine, as mulheres metabolizam a cafeína mais rapidamente do que os homens. Ainda para elas, o uso de pílulas anticoncepcionais pode reduzir essa velocidade para 1/3 em comparação com mulheres que não utilizam o método. No caso dos fumantes, o processo acontece duas vezes mais rápido do que com não fumantes. Os asiáticos também costumam reagir mais rapidamente à cafeína do que outras populações.
Para exemplificar esse fato, os escritores Bennett Alan Weinberg e Bonnie K. Bealer levantam no livro “In The World of Caffeine: The Science and Culture of the World’s Most Popular Drug” a hipótese de que um japonês não fumante que bebesse seu café acompanhado de uma bebida alcoólica (que ajuda a prolongar a ação da cafeína) sentiria os efeitos da substância por um período cinco vezes maior do que uma inglesa que fumasse, mas não ingerisse bebidas alcoólicas ou usasse contraceptivos orais.

4. Os energéticos não contêm mais cafeína do que café

Por mais estranho que isso possa parecer, beber energético não vai manter você mais alerta ou mais acordado do que uma xícara de café. Algo nos fez crer que aquelas latinhas pequenas contêm grandes quantidades de cafeína, mas isso não é verdade.
O portal Mayo Clinic informa que uma lata de 250 mL de Red Bull pode conter entre 76 e 80 mg de cafeína, enquanto da boa e velha xícara de café (240 mL) pode variar entre 95 mg e 200 mg. A diferença é que o energético contém alguns açúcares (sacarose e glicose), além de taurina e outras substâncias que podem estimular o sistema nervoso. Mas se você estiver na dúvida, provavelmente uma dose de café terá tudo o que você precisa.

5. Cafés escuros têm menos cafeína dos que os claros

Assim como acreditávamos que os energéticos seriam capazes de fazer mais pelo nosso rendimento do que o café, alguma coisa nos levou a crer que os cafés mais escuros teriam mais cafeína do que os claros. No entanto, por mais que os cafés de torra escura sejam fortes, encorpados e mais saborosos, isso não significa que eles sejam mais ricos em cafeína do que os cafés de torra clara.
De acordo com o site NPR , isso acontece porque o processo de torrefação queima parte da cafeína, fazendo com que os cafés escuros sejam a melhor opção para aqueles que desejam apreciar a bebida sem sentir os efeitos da cafeína com tanta intensidade.


6. A cafeína pode ser encontrada em mais de 60 plantas

Muito além dos grãos de café, a cafeína está presente em uma série de alimentos. Chás, nozes-de-cola e cacau são alguns deles. O estimulante também pode ser naturalmente encontrado em folhas, sementes e frutas de diferentes origens. Se necessário, a cafeína também pode ser sinteticamente produzida para ser adicionada a produtos industrializados.

7. Nem todos os cafés possuem a mesma quantidade de cafeína

Uma pesquisa recente publicada no Huffington Post mostrou que a quantidade de cafeína varia consideravelmente de acordo com a marca. Para coletar números, foram analisados os cafés servidos em grandes redes de restaurantes americanas.
Em uma breve comparação, uma dose de 30 mL do McDonald’s apresentou 9,1 mg de cafeína, enquanto a uma amostra com a mesma quantidade obtida no Starbucks continha 20,6 mg da substância, ou seja, mais do que o dobro.

8. Um americano consome, em média, 200 mg de cafeína por dia

Segundo o FDA – órgão responsável pelo controle de alimentos nos Estados Unidos –, 80% dos adultos americanos ingerem cafeína diariamente, com um consumo individual de cerca de 200 mg. Em termos reais, isso significa tomar 2 xícaras (150 mL) de café ou 4 latas de refrigerante todos os dias.
Esses dados revelam que os americanos têm um consumo moderado da bebida, que fica entre 200 mg e 300 mg do estimulante por dia. Passando desse limite, o consumo é considerado pesado (entre 500 mg e 600 mg) e pode trazer efeitos colaterais.

9. Finlândia é o país que mais consome cafeína

Embora os números encontrados entre os americanos impressionem, são os finlandeses que ficam com o primeiro lugar no ranking dos países que mais consomem cafeína. Segundo uma matéria recente da BBC, em média, um adulto consome 400 mg de cafeína diariamente na Finlândia.

10. A cafeína não está apenas nas bebidas

Um levantamento realizado pelo FDA aponta que 98% do consumo de cafeína se dá por meio de bebidas. No entanto, elas não são a única fonte do estimulante, sendo que alguns alimentos – como o chocolate – e medicamentos podem conter a substância.
O site Cleveland Clinic revela que misturar um analgésico com cafeína faz com que o medicamento seja 40 vezes mais eficaz, além de fazer com que o organismo absorva a medicação mais rapidamente.
Saúde Global agradece aos leitores e até a próxima .