quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Horário de Verão : Veja como aproveitar tudo o que ele oferece de bom

Tem gente que ama, tem gente que odeia. O horário de verão costuma dividir opniões. Entre os que amam, estão as pessoas que gostam de aproveitar o fim de tarde e adoram o fato de termos um tempinho a mais antes de escurecer. Entre os que odeiam estão as pessoas que não gostam de levantar da cama antes do sol raiar.
Independente de gostar ou não, a mudança de horário deixa mesmo o nosso organismo um pouco confuso, principalmente na hora de dormir. E isso faz com que o nosso rendimento caia durante o dia.
Mas nosso embaixador, Marcio Atalla, tem a solução para você não deixar o horário de verão acabar com você e aproveitar tudo o que ele oferece de bom.
Para começar, é importante que você saiba que os exercícios físicos são fundamentais para te ajudar nessa adaptação de horários, principalmente os aeróbicos. “Eles liberam endorfina, substância que relaxa o corpo e ajuda a dormir mais cedo e melhor”, diz Atalla. Para os que costumam se exercitar pela manhã, a dica é começar com calma, já que, provavelmente, seu corpo ainda estará se acostumando ao novo horário e precisará de um tempinho a mais para entrar no ritmo. Se estiver muito difícil para levantar, a dica é tentar ir para cama 15 minutos antes do horário habitual e ir aumentando as horas de sono conforme o seu corpo for permitindo.
Escolher bem o que comer antes de dormir também é uma boa. Corra dos alimentos pesados e foque nos ricos em triptofano, substância que ajuda a induzir o sono e está presente no leite e na banana, por exemplo.
Seguindo todas essas dicas, não há horário de verão que possa te derrubar e você estará pronto para aproveitar tudo o que ele tem de bom para te oferecer!
Saúde Global agradece aos leitores e até a próxima .

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Bolhas nos pés: pode estourar?

Meia justa e calçado apropriado reduzem o atrito nos pés e evitam as bolhas


Ter bolhas nos pés pode parecer um problema simples, mas isso não faz dele menos incômodo. Basta o sapato novo não ter o formato ideal ou alguma mudança na rotina nos forçar a uma caminhada mais longa. No caso de esportistas, profissionais ou amadores, as bolhas podem representar um problema sério, com implicações no desempenho.
A orientação do dermatologista Agnaldo Mirandez, diretor da clínica Perffeta e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), é “manter a área afetada em repouso e evitar novos traumas”. Mas isso pode ser um luxo que nem todos têm o prazer – ou alívio – de desfrutar. Por isso, o médico preparou algumas dicas para cuidar das bolhas e reduzir o incômodo que elas provocam.


- É importante manter a região sempre limpa para evitar infecção;
- O ideal é manter a área afetada em repouso até sarar;
- Se o repouso não for possível, esvazie o conteúdo com uma agulha esterilizada. Serve agulha de injeção, comprada em farmácia;
- Nunca remova a pele da bolha. Mesmo se retirar o líquido interno, tente preservar o máximo de pele possível, pois ela age como proteção natural;
- Se você for maratonista ou corredor, provavelmente tem bolhas com frequência. Use um óleo ou vaselina para diminuir os atritos no local. Isso diminui a dor, mas não garante o mesmo desempenho;
- Toda bolha corre o risco de infeccionar e de formar pus. Se isso acontecer, o tratamento deve ser feito com antibiótico oral ou de uso local, mas sempre sob orientação médica;
- Para evitar bolhas, use calçados adequados a atividade física que pratica;
- Evite meias ásperas e dê preferência àquelas mais justas, pois a chances delas dobrarem e causarem uma bolha é menor; 
- A maneira de correr também pesa muito na formação de bolhas. Procure um médico para verificar a sua pisada e, se houver uma incorreção grande, pode ser preciso adotar palmilha ortopédica.

Saúde Global agradece aos leitores e até a próxima .

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Bulimia e anorexia podem ser detectadas no dentista

Os próprios pais, observando os dentes, podem encontrar algo que indique o distúrbio alimentar


Entre 90% e 95% das vítimas de anorexia são mulheres. Não é à toa: bombardeadas pela mídia, as mentes femininas são alvo da imposição de um padrão de beleza muitas vezes cruel. A idade em que elas estão mais suscetíveis é a adolescência – e os pais devem saber que os distúrbios alimentares podem ser detectados em uma simples visita ao dentista.
Os transtornos alimentares podem ser difíceis de ser notados. Pela própria natureza da doença, a vítima não é capaz de reconhecer estar doente. Por isso, em caso de suspeita, levar sua filha ao dentista é uma boa recomendação.
Segundo Lauro Delgado, especialista em estética e reabilitação oral da clínica Odonto Integrada Delgado, estes problemas afetam diretamente a saúde bucal, sendo notório para um especialista. Erosão ácida acelerada, doença periodontal, sangramentos e perdas ósseas são algumas das consequências do problema.
Para um dentista é fácil detectá-las. Mas os pais também podem perceber, em casa, uma ou outra indicação da bulimia ou anorexia. “A gengiva inflamada pode ser um sintoma e é detectada com mais facilidade. Ainda, se o jovem reclama constantemente de dor por choque térmico, também não é algo normal”, diz o especialista, que enfatiza que não é apenas o comportamento isolado que deve ser levado em consideração.
Lauro lembra que, pela constante provocação de vômitos – que possuem um teor corrosivo – a boca fica mais sensível a estes problemas. Um tratamento odontológico pode resolver as consequências da doença para os dentes, mas é preciso estar alerta para não deixar que a bulimia ou a anorexia alcancem seu ápice.
Sinais de alerta 
A psicóloga Walnei Arenque lista uma série de características que podem ser levadas em consideração na observação de alguém com distúrbio alimentar:
- Grande perda de peso em período relativamente curto;
- Obsessão com o peso e constantes reclamações de que está gordo, embora esteja na média ou abaixo do normal;
- No caso de ser fora do normal, vestir roupas largas em busca de esconder o corpo ou a perda de peso;
- Obsessão com calorias e quantidade de gorduras;
- Obsessão com exercício físico;
- Constantes idas ao banheiro após as refeições, para que possa ocasionar vômitos;
- Restrição visível a vários tipos de alimentos e longos períodos sem comer;
- Compulsão alimentar e/ou purgação visíveis;
- Uso de medicamentos como moderadores de apetite e laxantes, que podem ser utilizados secretamente;
- Recusa em alimentar-se na frente de outras pessoas;
- Esconder comida em locais estranhos como armários, malas, debaixo da cama. Nos casos de anorexia, isso acontece para evitar comê-las ou, nos casos de bulimia, comê-las mais tarde;
- Sentimento de fracasso e culpa depois de comer;
- Oscilação de humor, depressão e fadiga.
Saúde Global agradece aos leitores e até a próxima .